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"Estou cansado de ser único representante de um gênero que nem consigo definir", diz Seu Jorge

Ter, 16 de Agosto de 2011 às 15:30

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A edição de agosto da revista “Alfa” traz uma entrevista com Seu Jorge. O cantor vive um momento de mudanças. Mudou de casa e de bairro, do Pacaembu para o Morumbi, em São Paulo, acaba de se separar da mulher e anunciou que o seu novo álbum, “Músicas Para Churrasco volume 1”, lançado em julho, marca a despedida do ritmo que o alçou à glória, o samba rock de “Burguesinha” e “Mina do Condomínio”, hits que o levaram à lista dos 50 artistas que mais faturaram com direitos autorais no país em 2009. “Estou cansado de ser o único representante de um gênero que nem eu consigo definir. Posso fazer mais pela música”, diz.

O novo álbum de Seu Jorge é o disco mais povão da carreira do cantor, com letras como “A Doida”, primeira música de trabalho do CD que fala de um homem que banca a conta de uma mulher na noite. A edição revela ainda que o cantor vai virar erudito. Ele já começou a compor um álbum de voz e violão com orquestra, em parceria com o maestro Miguel Atwood-Ferguson, de Los Angeles. “Quero viajar o mundo com o maestro, a partitura e só. Tocar com todas as filarmônicas, depois vir para o Brasil. Imagina o prefeito de Nova York me recebendo? É isso que desejo para a minha vida”, diz.

De família pobre, de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, atualmente Seu Jorge guarda na garagem de sua casa uma Lamborghini Gallardo, um Mustang GT e um Porshe Panamera S. Quando questionado se está rico, ele balança a cabeça negativo e fala que não se dá ao luxo nem de comer sobremesa. “Comprei os carros porque preciso estar preparado para o caso de algum diretor me chamar para fazer um filme de ação”, diz.

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